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matérias: Melhores álbuns rock 2013
Domingo, 2 de Março de 2014 (23:37:04)

 

  Os 13 melhores discos de rock 





 

 

 

 

O ano das feiras de vinis - vai uma bolacha aí?


 

 

Por Bruno Eduardo

 

"O melhor ano do mercado de vinil deste novo século". Com essa afirmação, o ano de 2013 eleva as pretensões de uma indústria sombria, desintegrada em alguns poucos anos por sua própria tecnologia. Embora de forma mais tímida, no Brasil, desde 2009, quando o país voltou a fabricar LPs (pelas mãos da Polysom), houve um significativo crescimento no número de cópias vendidas (cerca de 136%). Incentivada por várias feiras que rodam as principais cidades do país, a procura pela bolacha cresce em ritmo animador. De simples fetiche de colecionador à realidade do novo mercado, o que se vê hoje em dia, é uma tentativa de reinclusão. Em recente pesquisa, ficou comprovado que 70% dos cosumidores do vinil escutam rock. Aliás, o rock é conhecido por sua pavimentação cultural. O estilo determina costumes, crenças, comportamento, moda, e principalmente atitude. Desde tempos áureos - enquanto a tal globalização engatinhava - o rock já globalizava. Poucos estilos de música contemporânea conseguem progredir entre civilizações de forma tão epidêmica. A epidemia dos LPs ainda esbarra no alto custo do produto, mas a mobilidade causada por essa prática, já vale qualquer citação. 

 

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Imortal...

Lou Reed já tinha conquistado seu lugar na eternidade, ao lançar o estupido e genial disco de estreia do Velvet Underground. Porém, aos 71 anos de idade, o músico entra de vez para o hall dos intocáveis. Reconhecido principalmente pelo seu trabalho ao lado de John Cale, Lou Reed deixa este planeta em decorrência de uma insuficiência hepática crônica. O vício nunca foi escondido. Nem o alcoolismo. Em "Heroin" (lançada em 1967), descreveu o seu envolvimento com a substância na seguinte frase: “heroína é a minha esposa, e minha vida”. Nascido no Brooklyn e bissexual assumido, casado com Laurie Anderson, apaixonado por poesia e romancismo - principalmente escritores como James Joyce –, Lou Reed era um artista errático, como toda arte deveria ser por natureza. 

E assim foi. 

Ele errou desde o começo. 

O rock venceu sempre por suas vias. 

R.I.P. LOU REED (1942 – 2013)

 

13 MELHORES DISCOS INTERNACIONAIS DE ROCK 

  

 

THE OBLIVIANS - Desperation

Desperation é um disco orgânico, sincero e fora dos padrões mercadológicos que a gente costuma ver, porém ainda soa como os Oblivians dos anos 90. O trio formado Greg Oblivian (guitarra, bateria e vocal), Jack Oblivian (guitarra, bateria e vocal) e Eric Oblivian (guitarra, bateria e vocal) surgiu em Memphis em 1993. As composições misturavam punk, blues, soul e até mesmo gospel, de um modo trash e peculiar. Desde os primeiros lançamentos é fácil perceber o espírito selvagem e despretensioso da banda, as gravações propositalmente sujas, muitas delas produzidas pelo próprio grupo com equipamentos baratos. (Por Pedro Rabelo)

 

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FIDLAR - Fidlar

O Fidlar (ou "Fuck It, Dog - Life's A Risk") tem, de cara, duas coisas boas a seu favor: vem da Califórnia e toca aquele punk rock garageiro (e um tanto carregado na surf music em vários momentos) no estilo de TSOL, Germs e X. Sabendo disso fica difícil não curtir esse álbum de estréia, que saiu depois de alguns EPs e singles. A banda lançou esse primeiro trabalho em janeiro de 2013 e atualmente está na estrada com os conterrâneos do The Orwells. (Por Fernando Castelo Branco)


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WILD BILLY CHILDISH & CTMF - All Our Forts Are With You

E o bom e velho Billy Childish nos saúda com All Our Forts Are With You, disco inaugural da série 2013 dos CTMF, que conta com o também full length Die Hinterstoisser Traverse e os Eps Ich Liebe Dich e 36 Years Later. Nada mais justo! Não goza da selvageria dos antológicos Milkshakes, Headcoats e Mighty Ceasar, mas sim de um Childish reformulado, mais malandro mas não menos contundente. Ótimo material autobiográfico, e sem cair na ideia das coletâneas best off. Pauleirinha low-fi, gravada ao vivo em estúdio, e ao que tudo indica, em um take só. Vale muito mais que a gente imagina. (Por Max Merege)


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JELLO BIAFRA & TGSOM - White People and the Damage Done

O que esperar de um disco de Jello Biafra? Bem, pode ser um discurso afiado ou o mais puro punk  rock de uma escola que o próprio forjou. Tudo bem que é apenas o segundo disco com a  Guantanamo School of Medicine, mas ainda assim, é um disco do velho Jello, recheado de ironias,  sarcasmo e tudo mais que o faz sempre especial, uma bela síntese de tudo que Jello já fez. Nele  encontramos elementos do famigerado Frankenchrist (Dead Kennedys), Lard, e é claro, de sua série  de discos de discurso, tudo muitíssimo bem dosado! (Por Max Merege)

 


THEE OH SEES - Floating Coffin

O Thee Oh Sees é um dos poucos grupos do gênero que passam a mensagem de um garage-rock  não estreito. É maravilhosamente impossível definir a difusão imposta por John Dwyer e seu Thee Oh  Sees. Em seus mais de 15 álbuns, sempre houve derramamento criativo de uma química espessa  entre o pop-folk e a psicodelia. Floating Coffin chega a ser revelador, quando se posto como uma  análise da carreira da banda. Embora estejam indissoluvelmente ligados ao garage rock, há ainda  momentos clichês, como na forte influência de Black Sabbath em “Night Crawler”, ou no côro de  “Tunnel Time”. (Por Bruno Eduardo) 


 

THEE MIGHTY FEVERS - Fuck in the Great R'n'R

Os japoneses são um povo fascinante. Com alto poder econômico, são cheios de boas referências e influências, pondo no mundo, consequentemente, as bandas mais loucas que se tem notícia lá pros lados da terra do sol nascente. Thee Mighty Fevers, oriundos da cidade de Kobe, só vem corroborar isso. Com uma fúria garageira de dar gosto, emulam Stooges, Ramones, Dead Boys, Teengenerate e mais qualquer banda com um pezinho no punk e outro na garage, embora a urgência das 13 faixas beire o hardcore. Detalhe também pro design retrô da capa do disco, que saiu (lá) em formato LP. (Por Fernando Castelo Branco)


 

CHARLES BRADLEY - Victim of Love

Blowjobber declarado do único e original James Brown, para uns. Tesouro da soul music para outros. O que temos é o segundo trabalho de um grande cantor acompanhado por uma banda pra lá de competente. Excelente pedida. (Por Max Merege)  


 

QUEENS OF THE STONE AGE - …Like Clockwork

Rock, cru, básico, sem frescuras ou invenções. Após seis anos, o último e excelente álbum da banda  foi Era Vulgaris, lançado em 2007, eis que Josh Homme decide que era hora de usar o velho nome  Queens of the Stone Age novamente e convoca um time de convidados que incluem Dave  Grohl,Trent  Reznor (Nine Inch Nails), Mark Lanegan (Screaming Trees), Alex Turner (Arctic Monkeys)  e Elton  John, Like Clockwork é um álbum nivelado e constante - onde a maior influência musical veio  de  complicações ocorridas numa pós-cirurgia de Josh Homme, em 2011. (Por Ricardo Cachorrão  Flávio)

 

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KING KHAN AND THE SHRINES - Idle No More

Oitavo álbum da banda alemã liderada pelo canadense King Khan, um roqueiro do mundo que, como ninguém, destila todas suas influências neste belo disco de soul psicodélico recheado de fuzz guitars, cordas, metais, técnica e muito, muito feeling mystyco. (O nome do disco alude ao movimento transnacional de soberania indígena iniciado  no Canadá em 2012.) (Por Max Merege)

 

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TRAUMAHELIKOPTER - Traumahelikopter 

O garage/punk/rock com duas guitarras e bateria do trio de Groningen, Holanda, é  coisa phina. Esse seu primeiro álbum foi logo colocado no nível dos Oblivians – com razão. Os caras vem da cena punk blues, dando mais ênfase ao punk, combinado a sensibilidade instrumental dos primórdios do hardcore.


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CAGE THE ELEPHANT - Melophobia

Em seu terceiro disco, o grupo de Kentucky se desgarra das ‘guitarradas’ e entra de vez  em uma  colcha de retalhos sonora, que beira a algo já utilizado nos mesmos anos noventa por grupos como  Blur, por exemplo. Se em Thank You, Happy Birthday (lançado em 2010), o Cage The  Elephant  chegou a ser comparado com Pixies, seu novo rebento, Melophobia, desmente todas as  referências.  Aqui, o grupo se tranca em uma gaiola cheia de experimentações sonoras –  distanciando-se de vez  do mainstream e os levando de volta para os becos do garage rock. (Por Bruno Eduardo)


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WAU Y LOS ARRRGHS!!! - Todo Roto

Garageira hispânica de prima, direto dos cofres da Slovenly Records. Enérgico, classudo, destruidor! Grande banda de Valência, fortemente influenciada pelos peruanos Los Saicos. Destaque para “Fruta Podrida” e “No Se Cantar”, versões muito bem humoradas para “Your Body And Not Your Soul” e “Stepping Stone”, da holandesa Cuby & The Blizzards e de Paul Revere & The Raiders, respectivamente. (Por Max Merege)


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DOT WIGGIN BAND - Ready! Get! Go!

Depois de um hiato de quatro décadas, Dorothy Wiggin Semprini volta aos estúdios com sua Dot Wiggin Band e o disco Ready! Get! Go!. Para quem não conhece esta senhora, ela foi a vocal e guitarrista do The Shaggs, a all girl band mais lo-fi e esquisita do final dos anos 1960. Para completar o charme do retorno de Dot, Ready! Get! Go! foi lançado pelo cultuado selo norte-americano Alternative Tentacles, de Jello Biafra. No geral, o álbum é pop lo-fi, ensolarado e garageiro no sentido que as Shaggs proporcionaram ao termo. (Por Raphael Cruz)


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MENÇÃO HONROSA – ALLAH-LAS full length (2012)

Guitarras reverberadas, tambores chapadões, graves na medida certa e vocais elegantemente arrastados, o quarteto californiano Allah-Las gosta de zen surfismo,  psicodelia, garage – e ate pitadas de bossa nueva, vide “Ela Navega”. Mais um álbum de estreia muito foda. 

Disco completo:

 

 + TOP 13 ROCK INTERNACIONAL

THE OBLIVIANS - Desperation

FIDLAR - Fidlar

WILD BILLY CHILDISH & CTMF - All Our Forts Are With You

JELLO BIAFRA & TGSOM - White People and the Damage Done

THEE OH SEES - Floating Coffin

THEE MIGHTY FEVERS - Fuck in the Great R'n'R

CHARLES BRADLEY - Victim of Love

QUEENS OF THE STONE AGE - …Like Clockwork

KING KHAN AND THE SHRINES - Idle No More

TRAUMAHELIKOPTER - Traumahelikopter 

CAGE THE ELEPHANT - Melophobia

WAU Y LOS ARRRGHS!!! - Todo Roto

DOT WIGGIN BAND - Ready! Get! Go!


 OS 13 MELHORES DISCOS NACIONAIS DE ROCK 

 

 

 


CONFRONTO - Imortal

Se há algum nome do thrash/metal nacional que merece ser ressaltado em 2013, esse é o Confronto. Com a ilustre participação de João Gordo (Ratos de Porão) na faixa "1h", Imortal já pode ser considerado uma referência em nível nacional. É o álbum mais honesto do gênero, no Brasil, desde Ties Of Blood, do Korzus (2004). Pancadas como "Meu Inferno" e "Levante" dão o tom de fúria e protesto do disco - amaciado apenas na excelente inclusão de violões e percussão, da instrumental "Rosaly". (Por Bruno Eduardo) 


 

O LENDÁRIO CHUCROBILLYMAN - Man Monkey

Após o excelente Chicken Album, lançado em 2008, O Lendário Chucrobillyman – representado pelo brilhante Klaus Koti - conseguiu se sustentar no cenário nacional com várias apresentações destacadas e uma indicação ao prêmio máximo da MTV, o Video Music Brasil. Após algumas participações isoladas, o músico paranaense lança Man Monkey - que embora tenha sido definido pelo mesmo como “algo mais pontual”, é suficientemente brilhante. Ao todo, são 10 canções blues/folk/garage do melhor onemandband nacional. (Por Bruno Eduardo)


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AUTORAMAS & BNEGÃO - Auto Boogie

A união que rendeu o melhor show nacional do Rock in Rio 2013 está devidamente representada em  um EP de quatro músicas. Auto Boogie nada mais é que um registro festivo que celebra o encontro  de alguns dos nomes mais importantes da cena carioca anos 90. A receita improvável de  rrrrock e groove desceu redonda, e versões espertas para "Kiss", do Prince, e "Walk On The Wild  Side", de Lou Reed, caem como uma luva para os dias atuais. Como se não bastasse,  o disco ainda relembra o clássico "1,2,3,4", do Little Quail, que soa apropriada em um ano marcado  pelo saudosismo (com reunião de grupos como Planet Hemp e De Falla). (Por Bruno Eduardo)

 

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 LABIRINTO / THIS QUIET ARMY - Split

O casamento funcionou. Após excursionarem juntos no ano passado, os canadenses do This Quiet  Army descobriram no grupo paulistano Labirinto a fenda ideal para encaixar seus droners. A  ambiência turva de sua musicalidade obscura é congênere à intrincada proposta dos brasileiros.  Uma concepção dispar do rock moderno. Visões cinematográficas sobre o universo são tangidas de  ambiências tenebrosas e oscilam. O álbum se torna inexplicável para os que buscam respostas  simples. (Por Bruno Eduardo) 


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MUNDO LIVRE S/A x NAÇÃO ZUMBI

Como bandas irmãs porém tão dispares meteriam a mão no repertório uma da  outra? Como os tambores de maracatu, os ritmos afros e a guitarra envenenada da Nação  trafegariam no mundo de bites & bytes, cavaquinhos e conspirações ciberculturais do mundo livre; e  vice versa? A própria imaginação do desafio já era de encher a boca d'água. Um encontro onírico e inusitado. (Por Fernando Castelo Branco)

 

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AÇÃO DIRETA - World Freak Show

O Ação Direta pode se orgulhar de fazer parte de um seleto grupo da cena punk/HC  que não teve medo de ousar, e assim seguir adiante. World Freak Show, oitavo disco do AD, só vem confirmar essa mudança de nível, iniciada em Intervenção (1999). O play celebra também os 25 anos de estrada, sendo assim é cheio de convidados: Rodrigo (Dead Fish), João (Test), Vlads (Ulster), Alex Camargo (Krisiun), Marcelo Pompeu (Korzus) e Wagner/Gigante (ET Macaco). (Por Fernando Castelo Branco)

 

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AGROTÓXICO – XX

Comemorando 20 anos de estrada, e recém-chegados de mais uma turnê europeia, o Agrotóxico cuspiu XX, álbum que retrata o mais brutal hardcore feito no Brasil atualmente! Sem firulas ou frescuras é pau puro do início ao fim, porrada tanto nas letras, ácidas como sempre, quanto no som, monstruosamente pesado.  (Por Ricardo Cachorrão Flávio)


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FLICTS – Singelos Confrontos

Na estrada desde 1996, o trio Flicts prima pelo posicionamento assumidamente anarquista e antifascista, em que liberdade e amizade são princípios sempre lembrados. Depois de vários anos de silêncio, eis que chegou Singelos Confrontos, um álbum forte, nervoso, transbordando energia e que ao colocar pra tocar imediata e instintivamente, é inevitável a empolgação! (Por Ricardo Cachorrão Flávio)


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DESERDADOS – Mais Um Dia

Da mesma geração do Flicts, da Zona Leste de São Paulo, vem a banda Deserdados, com um punk rock contagiante, forte pegada do estilo 77. Mais Um Dia mostra a banda mais madura, um trabalho mais caprichado e a mesma integridade nas letras e atitude. O que se ouve neste disco é o mais puro punk rock: contestação, atualidade, energia, bons riffs e refrões para se cantar junto. (Por Ricardo Cachorrão Flávio)


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GILBER T – Dia Incrível

Em seu segundo trabalho, Dia Incrível, Gilber T sugere uma discoteca de arena - contando com ritmos e convidados improváveis. Com origens no underground carioca, segue em companhia de gente descolada como Gerson King Combo e MC De Leve. A guitarra continua ditando ordem em músicas como “Constância”, mas é na onda de novas sonoridades que o álbum ganha um formato magnífico – destaque para “Meus Planos”, que conta com a presença de Pedro Selector (BNegão). (Por Bruno Eduardo)


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CABEZA DE PANDA - Acabei de Começar

O trio carioca remete àquelas bandas argentinas ou uruguaias que você ouviu uma vez perdida na  rádio ou na casa de um primo, e que nunca caíram no gosto do público porque brasileiro em relação  a rock latino é... sei lá! Nem ele próprio sabe! Em um ano em que muito se lamentou a baixa qualidade  das bandas e produções do rock tapuia, trabalhos como Acabei de Começar vão na contramão dos  que acreditam que o esvaziamento da indústria fonográfica, o formato digital e a falta de talento e  conteúdo do que é posto no mercado saturado puseram uma pá de terra no BRock. Há vida no quintal. (Por Fernando Castelo Branco)

 

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DIABLO MOTOR - Diablo Motor

Pauleira pernambucana na medida certa, sem mais nem menos mais, marcada por riffs pra lá de eletrizantes e letras simples porém bem feitas, cantadas em bom português, e tudo isso muito bem distribuído em dez faixas de puro rock orgânico, que literalmente pegam na cuca.  Rock honesto, com pegada firme e forte, bem tocado [e extremamente bem produzido também], e em inúmeras vezes soando como uma fusão mais que perfeita de Hellacopters, FuManchu e Reginaldo Rossi (da fase "tô doidão"). (Por Max Merege)

 

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MARCELO NOVA – 12 Fêmeas

Após lançar o ótimo O Galope do Tempo (2005), Nova pensava em lançar um disco totalmente dedicado às mulheres. Mencionou o fato de sempre ter esculachado as mulheres em suas canções, a Sílvia, a Bete, a Ana Beatriz... e achava que era hora de fazer algo diferente, mostrando um outro lado, uma homenagem sincera.  Um disco de rock, bem feito, bem gravado, bem escrito. (Por Ricardo Cachorrão Flávio)


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Menção honrosa – RUSPO – Esses Patifes – Não é exatamente rock (!) mas foi o melhor disco independentão que chegou na redação ano passado. Esmero na capa (ilustrações de Cauê Carazzai), essa obra-prima do Lo-Fi Tropical é o álbum de estreia do projeto de Ruy Sposati.


+ TOP 13 ROCK NACIONAL

CONFRONTO - Imortal

O LENDÁRIO CHUCROBILLYMAN – Man Monkey

AUTORAMAS & BNEGÃO - Auto Boogie

LABIRINTO / THIS QUIET ARMY - Split

MUNDO LIVRE S/A x NAÇÃO ZUMBI

AÇÃO DIRETA - World Freak Show

AGROTÓXICO - XX

FLICTS – Singelos Confrontos

DESERDADOS - Mais Um Dia

GILBERT T – Dia Incrivel

CABEZA DE PANDA - Acabei de Começar

DIABLO MOTOR - Diablo Motor

MARCELO NOVA - 12 Fêmeas



 
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