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matérias: Melhores Shows 2013
Sexta-feira, 10 de Janeiro de 2014 (23:34:45)


Os 20 Melhores Shows de 2013



 

OFF! – Hangar 110 (SP), 16/nov

Uma verdadeira festa orquestrada por essa que é uma das bandas de punk rock mais íntegras e coesas da cena mundial. Relativamente novo (apenas quatro anos) mas com integrantes experientes, fato que dá liga e provê conteúdo ao grupo. Foi uma pedrada seguida de outra (“Panic Attack”, “Black Thoughts”, “Peace in Hermosa” e “Upside Down”) entre, claro, alguns discursos de Morris - pois ele se amarra em contar histórias. Alguns desses discursos eram broncas mesmo: “Não-não-não-não-não-não! NÃO!! Stage-dive é um processo em 3 passos: 1, 2 e 3!” -  gesticulando para 1) subir no palco; 2) correr até o outro lado; e 3) pular. Você acha que alguém respeitou? (Marco Casado Lima)


 

G.B.H. – Hangar 110 (SP), 26/out

Sábado quente em São Paulo, cerveja descendo gostoso, punks de todos os lados para rever o G.B.H. de volta após dois anos. A banda veio comemorar os 30 anos de lançamento do cultuado “City Baby Attack By Rats”, primeiro álbum da banda, lançado em 1982. Embora o repertório deste show não fosse muito diferente de 2011 (na última passagem deles por aqui), Colin e seus companheiros fizeram exatamente o que era esperado pelo público. Músicas como “Alcohol”, “Sick Boy”, “No Survivors”, “Diplomatic Immunity” ou “City Baby Attack by Rats”, provocaram “invasões” de palco – rendendo uma foto do público tirada pelo vocalista, e postada na página oficial da banda no Facebook! (Ricardo Cachorrão Flávio)

 


 

BRUCE SPRINGSTEEN - Rock in Rio (RJ), 20/set

Rock in Rio 2013 – Bruce Springsteen fez por escrever mais um importante capítulo na história do Rock in Rio. Aos 64 anos de idade, o “Boss” - como é chamado mundo afora – deu exemplo de vitalidade e, principalmente, feeling, em uma apresentação de quase três horas ininterruptas. À frente da irretocável E Street Band, o músico entrou ao som de “Sociedade Alternativa” de Raul Seixas, e tocou na íntegra o álbum Born in The U.S.A. (lançado em 1984). Em uma de suas várias investidas junto à mureta que separa o público do palco, Bruce deu o microfone para um garoto de 10 anos – que cantou os versos de "Waitin’ On a Sunny Day” à capela. “Twist & Shout” – canção imortalizada na voz de John Lennon – e a obra-prima “Born To Run”, deram caráter apoteótico ao show – inclusive, com fogos de artifício estourando antes do tempo. (Bruno Eduardo)


 

MONO MEN - Porão do Rock (DF), 30/ago

Formado há 25 anos nas redondezas de Seattle e com mais de dez discos lançados, os caras são percursores do grunge e têm como influência nomes como The Sonics, Radio Birdman, The Saints e Link Wray. Em sua primeira vez no Brasil, o Mono Men empolgou o público em sessenta minutos de muita energia. No intervalo de uma música e outra, era possível ouvir comentários do tipo: “Que banda é essa?”. Enquanto as guitarras distorcidas trabalhavam numa viagem do surf ao garage rock, o público dançava ao som de “Testify”, “Took That Thing” e “Right Now”. (Adson Boaventura)


 

BLACK SABBATH – Praça da Apoteose (RJ), 13/out

O melhor show da vida de aproximadamente 40 mil pessoas! Não poderia ser diferente. Afinal, estavam ali, juntos pela primeira vez, a linha de frente original de uma das mais importantes bandas de todos os tempos. Geezer Butler, Tony Iommi e Ozzy Osbourne precisaram de apenas duas horas para enfim, pagar uma dívida de quatro décadas junto ao público brasileiro. Só o fato de vê-los lado a lado, executando todas aquelas canções emblemáticas, já seria o suficiente para uma moldura histórica. Do riff inicial de “War Pigs” ao último acorde de "Paranoid", o que se viu na Praça da Apoteose não foi um show de rock. Foi um batismo! E assim os Deuses do rock o fizeram. (Bruno Eduardo)

 

 

QUEENS OF THE STONE AGE - Lollapalooza Brasil (SP), 30/mar

Os 55 mil presentes no Jockey Club tiveram o privilégio de testemunhar um dos melhores shows de rock que esse país possa ter recebido em muito tempo. Em ordem: “The Lost Art of Keeping a Secret”, “No One Knows”, “First It Giveth”, “Sick, Sick, Sick”, “Burn The Witch” e Monsters in The Parasol”. Com meia hora de apresentação, o grupo liderado por Josh Homme não precisaria de muito mais para desbancar o headliner da noite. Mesmo assim, a banda manteve o nível lá nos picos – com repertório baseado naquele, que é o melhor disco da carreira do QOTSA: “Songs For The Deaf. Ao todo, foram cinco canções do álbum - contanto as três últimas (Do it Again, Go With The Flow” e “Songs For The Dead”). Lembrando que  essa foi a primeira apresentação deles com o baterista Jon Theodore, ex-The Mars Volta. (Bruno Eduardo)

 

 

THE BREEDERS - Circo Voador (RJ), 25/jul

Em show comemorativo, The Breeders propõem clima intimista, e encharcam de nostalgia a lona do Circo Voador. Bastaram pouco mais de dois minutos para que Kim Deal puxasse o côro de uma das canções mais famosas da história do rock alternativo. A música, é claro, era "Cannonball" - o cometa que rasgou o céu do verão pop de 1993, e transformou Last Splash em um dos discos de platina mais improváveis da década. Em sua primeira vez no Rio de Janeiro, a banda reapresentou o álbum de forma magnífica – soando até, charmosos frente à geração pós-Nevermind. (Bruno Eduardo)


 

THE MONSTERS/REVEREND BEAT-MAN - Psycho Carnival (Curitiba), 7 e 8/fev

Pela segunda vez no Brasil, após um intervalo de uma década, os suiços The Monsters puseram abaixo o Psycho Carnival 2013. Com uma combinação virulenta de garage punk e psychobilly, a qual os mesmos chamam de blues-trash, somada ao batuque de sua clone drum - um kit "siamês" de bateria com dois bateristas perfeitamente sincronizados - e o gosto constante de festa e louvor transcendental, mostram em duas noites de show porque continuam sendo uma das bandas gringas mais queridas pelo underground brasileiro, seja como The Monsters propriamente, seja como Rev. BeatMan, a trupe tem seguramente o público na palma da mão. (Max Merege / Foto Camilla Zannon)

 

 

TELEVISION – Abril Pro Rock (PE), 19/abr

Se os Rolling Stones são a maior banda de rock'n'roll do mundo, o TELEVISION é a maior banda de boteco do mundo. Não um boteco qualquer, mas botecos como CBGB's e Max's Kansas City. O show abre com “Prove It”, faixa que encerra o aludido “Marquee Moon”, um dos solos mais viajantes e violentos de Verlaine no disco. Durante os próximos 50 minutos ele trocaria poucos riffs com Jimmy Rip, substituto de Lloyd, preferindo jogar-se em epifanias sonoras como “Little Johnny Jewel” - espancando sua guitarra no amplificador, à caça de alguma microfonia que saia dali desavisada. Sacando músicas de Adventure e até do seu disco homônimo, de 1997, eles voltam à Marquee Moon na épica faixa título, pra encerrar o show sem um “boa noite” sequer. (Fernando Castelo Branco)

 

 

MUSE – Rock in Rio (RJ), 14/set

O Muse foi um dos poucos a justificar o telão de última geração que Roberto Medina fez questão de frisar como a “maior novidade do Palco Mundo”. Seguindo uma cartilha já batida por grupos como Nine Inch Nails ou U2, a banda liderada por Matt Bellamy mostrou que sabe dosar como poucos, a união entre o rock e os efeitos visuais. Se utilizando de luzes, imagens, e instrumentos iluminados para incrementar sua “psicodelia moderninha”, o grupo ganha peso ao vivo, e soa mais robusto em cima do palco. Guiado por canções de riffs incrementados, como “Supremacy” e “Supermassive Blackhole”; ou na referência ao Rage Against the Machine, em “Freedom”, o Muse confirmou posto de headliner da noite, com um show de gente grande. (Bruno Eduardo)

 

 

AUTORAMAS+BNEGÃO – Rock in Rio (RJ), 14/set

Já registrado em um EP de quatro faixas - batizado de “Auto Boogie” – esse encontro carioca já vinha ganhando destaque em alguns palcos menores, mas faltava ainda ser testado em um evento de porte como o Rock in Rio. Com uma apresentação firme, e muito bem entrosada, o grupo carioca destilou o seu rock de cartilha efetiva, incrementado pela voz de BNegão. No palco sunset, a química funcionou em músicas como “1,2,3,4”, do Little Quail, e “Kiss”, do Prince - que também possui versão em estúdio no EP Auto Boogie. Visto a quantidade de covers inclusas no repertório, a apresentação acabou ganhando caráter comemorativo; teve de tudo um pouco: Raimundos, Planet Hemp, Earth, Wind & Fire, e ainda a presença de MC Paulão, para uma versão da “Dança do Patinho”. Aproveitando a oportunidade, eles ainda homenagearam Marky Ramone, e finalizaram o melhor show nacional do Rock in Rio com “Surfin’ Bird”, do The Trashmen - inclusa no terceiro disco dos Ramones. (Bruno Eduardo)

 

 

VINTAGE TROUBLE – Rock in Rio (RJ), 13/set

Muitos foram pegos de surpresa pelo “rock and blues” primitivo do quarteto californiano. Com apenas um álbum lançado – o excelente The Bomb Shelter Sessions (lançado em 2011) -, o grupo liderado pelo carismático Ty Taylor apresentou uma cartilha retrô – com uma sonoridade reminiscente ao blues+rock+soul consagrado por Chuck Berry e Rolling Stones. Logo de cara, o grupo soltou os seus dois hits: “Blues Hand Me Down” – um rock seiscentista palpável – e “Nancy Lee”.  O vocalista Ty Taylor carrega em si, uma exuberância vocal típica de gente como Otis Redding e Wilson Pickett. Vestido com um terno afiado, ele não demorou muito para quebrar a barreira entre banda e público - pulando a mureta de proteção cantando entre o “povão”. Para quem nunca tinha ouvido falar do grupo, teve a sorte de testemunhar uma apresentação genuína, com rock dançante e mergulhado em boa musicalidade. (Bruno Eduardo)

 

 

SUCIDAL TENDENCIES & SOULFLY – Circo Voador (RJ), 27/ago

Suicidal Tendencies e Soulfly desmontaram o Circo Voador e levaram pra casa. Um show épico do início ao fim. Mike Muir estava possuído como sempre, e imprimiu uma pegada nervosa ao show. Clássicos como “War inside my head” mexeu com a brasa e aumentou a temperatura, enquanto que “Subliminal” fez ferver a panela de pressão hardcore. Já o Soulfly de Max Cavalera provocou catarse coletiva em altas doses de decibéis muito bem distribuídos. Duas bandas com uma longa estrada que se divertem enquanto tocam, encontrando um público animado e disposto a aproveitar ao máximo. Suicidal Tendencies e Soulfly fizeram uma noite histórica, deixando tímpanos doendo e mentes em êxtase por puro rock tocado principalmente com a alma. Diversão + animação = dá certo sempre! (Guto Jimenez)

 

 

BOB MOULD – Circo Voador (RJ), 6/out

Na última apresentação da turnê que percorreu a América Latina, Bob Mould, ex-líder do Hüsker Dü e do Sugar, fez um show empolgante, insano, arrebatador e histórico no mítico Circo Voador. Sem nenhum aviso, Bob Mould se colocou ao pé do microfone com sua guitarra Fender Stratocaster azul e branca, acompanhado do baixista Jason Narducy e do baterista Jon Wurster, e executou os primeiros acordes de ‘The Act We Act’, primeira faixa do excelente álbum ‘Copper Blue’, do Sugar - clássico dos anos 90. Na sequência, mais quatro faixas do mesmo disco: ‘A Good Idea’, ‘Changes’, ‘Helpless’ (cantada em uníssono) e Hoover Dam. O lado A completo (do vinil!).  Ainda: três canções do álbum ‘Flip Your Wig’, encaminharam o fim de um show que já entra para a história como o primeiro de um ex-integrante do Hüsker Dü a ser realizado na cidade. (Paulo Schwinn)

 

 

THE CURE – Arena Anhebi (SP), 6/abr

Se no Rio de Janeiro o estranhamento foi a ausência de público, em São Paulo foi o contrário - a expectativa mesmo, era se em SP iriam se repetir as QUARENTA músicas do set. O Cure achou seu lugar nos anos 1980 vendendo a depressão e a introspecção embalados no formato da música pop e suas vertentes. Conseguia emplacar coisas como “Boys Don't Cry”, “Inbetween Days” e, já nos anos 90, “Friday I'm In Love”, ao mesmo tempo em que angariava fãs mais radicais com “One Hundred Years”, “Charlotte Sometimes” e “A Forest”. Gatões e gatinhas, góticos quarentões e fãs de rock em geral tiveram três horas pra se congraçar com Bob Smith e cia na Arena Anhembi. (Fernando Castelo Branco) 

 

 

TSOL – Hangar 110 (SP), 15/jun

TSOL = True Sounds Of Liberty. O nome desta banda não poderia ser mais perfeito e oportuno para a época do show: passeatas e protestos aconteciam no país em busca de revolução. Em homenagem à galera do skate, o TSOL tocou o álbum ‘Dance With Me’ quase na íntegra: “80 Times”, “Silent Scream” e “Sounds of Laughter” levaram o público ao delírio. Após a apresentação, os integrantes, um a um, iam descendo do camarim para conversar com os fãs, tirar fotos e dar autógrafos. (Flávio Loco Ferraz)

 

 

GRAFORREIA XILARMÔNICA – Lollapalooza Brasil (SP), 30/mar

É um privilégio para qualquer um poder testemunhar o resultado de uma história tão importante para o rock nacional como no caso da banda gaúcha Graforréia Xilarmônica. Calcado em um repertório revisionista, o grupo rearranjou suas canções para o show do Lollapalooza Brasil – expandindo assim, um maior alcance melódico para composições como “Tantas Tendências” e “Amigo Punk”. Os cabelos brancos de Marcelo Birck e Alemão [Alexandre Birck], não traduzem a energia excessiva que o grupo transbordou no Lolla. Com um adendo da já conhecida capacidade musical do quarteto, o público pôde testemunhar uma retrospectiva emoldurada de suas próprias músicas, e conhecer mais sobre um rock que não passa na TV e nem toca nas rádios. (Bruno Eduardo)

 

 

 

THE QUAKES – Jokers Pub (PR), 6/dez

Maior expoente do psychobilly norte americano, os Quakes estão na ativa desde 1986. Por não existir uma cena psycho nos EUA, meteram as caras e se mudaram para a Inglaterra, de onde conseguiram firmar seu nome da Europa para o mundo. Pela segunda vez no Brasil, fizeram um show realmente estrondoso. Precisos e perfeitamente sincronizados, Paul Roman (guitarra e vocais), Wes Hinshaw (rabecão) e JuanCarlos (bateria) deram um verdadeiro show de profissionalismo, entrosamento e simpatia. Do set apresentado, tivemos um excelente compêndio de seus 27 anos na labuta. E embora existam três Quakes distintos: o de estúdio que se divide em inúmeros músicos; o clássico ao vivo dos famigerados vídeos do Klubfoot; e finalmente, a banda que corre a estrada; o que realmente nos pega de jeito pelos ouvidos é justamente este último, que além de fazer um show ultra empolgante e pra lá de honesto, também toca seguramente o coração de todos. (Max Merege)

 

 

AEROSMITH – Monsters Of Rock (RJ), 18/out

Não haveria um nome mais adequado para pontuar o festival Monsters Of Rock no Rio de Janeiro, do que o Aerosmith. Afinal, eles são remanescentes de uma geração de "ferro" - da mesma fila de gente como Rolling Stones e Led Zeppelin. São os chamados dinossauros do rock. Se o eterno riff de Joe Perry para “Walk This Way” serviu para finalizar a primeira parte do show, coube a um piano dar inicio ao bis com “Drem On”. O final apoteótico veio numa trinca de sucessos: “Sweet emotion”, “Mama Kin” e “Crazy”. Em meio ao show de fumaça e nuvem de papéis picados, a banda se despede. Já o vocalista Steven Tyler permanece só, dançando sozinho no meio da passarela - parecendo estar curtindo um show particular. Era o desenho perfeito para terminar uma apresentação irretocável. E ele sabia disso! (Bruno Eduardo)


 

ALICE IN CHAINS – Rock in Rio (RJ), 19/set

Duas músicas do consagrado Dirt (lançado em 1992) foram escolhidas para iniciar a ótima apresentação do Alice in Chains – a pancada “Them Bones”, e “Dam That River”. Embora o grupo estivesse divulgando o seu mais recente disco, The Devil Put Dinosaurs Here, o que se viu foi um repertório recheado de clássicos, e com o bônus da boa performance de William DuVall – que parece mais integrado ao grupo do que na última passagem pelo Brasil. Ainda na memória dos fãs, Layne é homenageado por Jerry Cantrell em “Nutshell”, e segue bem representado na voz de DuVall ( “Down in A Hole”, “Would” e “Rooster”). Com maturidade e inteligência, a banda liderada pelo guitarrista Jerry Cantrell, passou à vontade pelo Palco Mundo, mostrando firmeza em um dos melhores sons do festival. (Bruno Eduardo)



 
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