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rip: Fabio Garage Costa
Sexta-feira, 14 de Dezembro de 2012 (17:53:15)

 

Morre Fabio Garage Costa, um dos pilares do rock underground no Rio



 

 

 

FABIO GARAGE COSTA

Por Bruno Eduardo

 

Morreu nesta segunda-feira (3/12) aos 53 anos, Fábio Costa, um dos fundadores da lendária casa de shows Garage, no Rio de Janeiro. Fabio "Gordo" Costa, ou Fábio "Garage" Costa, entrou para o Garage em 1989, e com a saída de Hans Junior em 1992, acabou se tornando um dos principais incentivadores do underground carioca.

O Garage foi o principal recanto dos roqueiros na década de 90. Embora fosse um point essencial para os headbangers - com destaque quase sempre para o heavy metal -, a casa abriu portas para inúmeras bandas alternativas, como a Gangrena Gasosa e o Planet Hemp. Com a inutilização do espaço nos dias de hoje, Fábio continuava lutando pela manutenção da marca em eventos que aconteciam no Teatro Odisséia, o "Festival Garage" - que inclusive, contava com apoio do Portal Rock Press. 

Fabio vinha lutando há anos contra o diabetes, além de problemas cardíacos e renais.

 

 

SALVE, FABIO

 

Gepeto + Ação Direta 

Meados de 1990!!! Partimos com a AÇÃO DIRETA pela primeira vez para um show no RJ!!! Logo na chegada ao RJ , na rodoviária (sim naquela época viajavamos de onibus de rodoviária ) encontramos os brothers da DORSAL ATLÂNTICA que estavam na mesma barca que a gente só que em direção oposta , a caminho de um show em SP! Eles nos deram a dica do onibus e lá fomos nós para o GARAGE! Chegamos bem cedo , tipo 9 00 Hs da manhã ou algo assim e batemos, gritamos, chamamos e nada ....... Acabamos acordando o Fábio que ficou muito putooooooooo! Ficamos meio na nossa no início, meio assustados e quietos!!! Mas ao perceber o ar meio tenso no momento , o Fábio tratou de quebrar o gelo e começou a trocar várias idéias e ja foi nos oferecendo um cafézão requentado com pão com ovo! O mau humor do cara foi passando e ele se mostrou um cara muito gente boa , atencioso, comunicativo, de conhecimento único e uma dedicação ímpar a cena underground! Naquela noite, além da AÇÃO DIRETA, tivemos o prazer de tocar com o Lúcio Flavio e OS NORMAIS!!! Tinha uma galerinha ali curtindo os shows e eles chegaram em nós para trocar idéias e disseram " Ei, nós temos uma banda também , de saravá metal e se chama ....... GANGRENA GASOSA "!!! Que noitada! Essa foi nossa primeira experiência no RJ e tivemos a sorte de estarmos no GARAGE e com o Fábio! BRIGADO, IRMÃO, PELOS SERVIÇOES PRESTADOS , POR FAZER PARTE DA NOSSA HISTÓRIA , E PELA TUA EXISTÊNCIA!!! QUE O RJ SE FORTALEÇA E QUE A TUA OBRA TENHA CONTINUIDADE E SEJA ETERNIZADA! DESCANSE EM PAZ, GUERREIROOOOOOOOOOO!!!

 

Paulo Sisinno

Aqui no RJ, quem não vive do oba-oba do samba (nada contra) e do malsinado "funk carioca" (que detesto!), sabe como é preciso ter garra e determinação, seja pra frequentar os locais "alternativos" como - acima de tudo - pra fazer as coisas acontecerem no circuito que tá fora das modinhas. O Fabio era um destes guerreiros e só nós, os que vivemos do outro lado da moeda, sabemos como ele era raçudo. Um batalhador e um símbolo do circuito underground!!!  Não será esquecido!!!!"

 

Alex Dub

O Fábio, foi um visionário, um lutador, um idealista, pra muitos que estavam fora do cenário, ele deveria ser visto como um trouxa, pois se montasse uma casa de quenga (na mimosa) ou ganharia dinheiro, ou se tudo desse errado comeria o estoque. Mas ele preferiu, abrir aquele palco, pra receber o novo!!!! Eu vi o Buzzcocks naquele palco, só por isso, o Fábio já merece um vôo pro céu na primeira classe com comissárias de bordo gostosas e cerveja guinnes aos baldes!

 

João Veloso Jr, Crash Playground/ Definite Choice Records

Tocar no Garage era um acontecimento pra bandas de outros estados. Pros cariocas, talvez, fosse apenas um lugar, como os tantos, escassos e esporádicos que faltaram ao longo dos anos 90. Lugar underground de verdade, como diziam alguns. É uma pena que parte deste espírito de faça você mesmo e rock se percam ainda mais com a perda do Fabio. 

 

Marco Antonio Bartbosa, Jornalista

Fabio era o legítimo highlander do underground carioca. Grandes lembranças das noitadas dos anos 90, shows históricos - até os Buzzcocks passaram pelo Garage! Por tudo o que fez pelo rock no Rio, um obrigado e um abraço eterno.

 

Bruno Eduardo, Rock Press

Perdemos um dos maiores incentivadores do rock underground carioca. Conheci o Fábio na década de 90 e desde então passei a respeitá-lo como organizador. Ele sempre teve um posicionamento de valorização própria, e agia de acordo com a sua condição - sempre com uma sinceridade peculiar. Revendo a história do Garage, fica constatado que o caminho percorrido pelo Fábio foi de extrema importância para o desenvolvimento de uma cena, e para o amadurecimento de vários idealistas desse segmento. Hoje, muitos produtores/organizadores carregam uma herança deixada por ele. Da mesma forma que o Garage está eternizado na alma de quem viveu a época, a imagem do Fábio também ficará. O rock carioca continuará vestindo preto em homenagem à esse ícone.

 

Pedro De Luna, Araribóia Rock Festival

Um exemplo de amor ao rock e ao Fluminense.

 

Larry Antha, Sex Noise

Fabio do Garage, como todo mundo o conhecia, era um cara fantástico! Sempre de mau humor para bandas novas... a gente tinha que passar pelo seu crivo de censor, quase como de um pai, te olhando e te aprovando/ e ou reprovando. Muitas vezes o Sex Noise tocou para meia dúzia de gatos pingados no Garage, mas se o Fábvio estava curtindo, pra gente já estava valendo a pena! Essa era a parada do Garage! Enfim, Esse maluco vai fazer falta! Vai na paz!"


Paulo Schwinn,  Rock Press

Fábio foi um nome que sempre ajudou a causa underground carioca. Que surjam novos nomes comprometidos com a cena underground do Rio de Janeiro da mesma maneira que Fábio se comprometeu.

 

Kika Seixas 

Tomara que o Garage continue tocando rock, porque a casa e o Fabio sempre foram os maiores incentivadores do underground carioca!!

 

Marcio Sno, Documentário Fanzineiros do Século Passado 

Puxa... Não o conheci pessoalmente mas sei de sua importância para o rock independente carioca, principalmente o dos anos 90. Cansei de receber flyers de shows que aconteceram nesse espaço nesse período e sempre tive vontade conhecer esse espaço em uma possível visita ao Rio (o que não aconteceu). Tenho certeza de que ele cumpriu a sua missão e o rock brasileiro está eternamente em dívida com ele.

 

Alex Voorhees

Em meu nome, eu posso dizer que, no começo dos anos 90, quando eu cantava com o "Dust From Misery", um dos sonhos da banda era estar no palco do Garage, o que logo em seguida aconteceu. Fiz diversos shows por lá, tanto com o Dust quanto com o "Imago Mortis", banda que eu fui fazer parte logo em seguida. O que seria do underground e do metal carioca sem o Fábio Costa e sem o Garage? Os dois se misturam. Todos nós, que temos banda ou de alguma forma, fazemos parte da cena rock e metal daqui, temos uma dívida enorme com esse cara. Um guerreiro se foi. Mas o seu legado é eterno. Garage 4 Ever!

 

Danubio Aguiar

Lembro quando pela primeira vez liguei pro Fábio pra me apresentar: "Ei, aqui é o Danubio e eu escrevo um fanzine, rola de ir num show aí pra escrever resenha?" Daí ele: "Po cara, chega aí hoje a noite que vai ter show do Amen Corner e vai ser do além!" O show foi realmente do além com todas aquelas velas, maquiagem e coisas do demo no palco. Me orgulho pra caralho de ter tido a oportunidade freqüentar o Garage, de ter visto tantos shows, de ter feito muitos amigos lá...tudo isso por causa do Fábio. Fodão! Que descanse numa boa agora.


Michael Meneses! Fotógrafo/Jornalista e criador do selo cultural @Parayba Records

O Fábio Costa foi fundamental a uma geração pós Rock in Rio II, uma juventude que sabia que na falta de opções de shows no Circo Voador, no Caverna II, ou nas Lonas Culturais, ou de espaço para tocar, sabia que o Garage Art Cult era a opção. Não tenho tantas memórias com o Fábio, nos conhecíamos da Cena Carioca, até lembro-me do nosso ultimo contato pessoal em um show da Gangrena em Padre Miguel/RJ em 2007. Não posso me considerar seu amigo e sim alguém que o reconhece como uma figura que nunca deverá ser esquecido na cena carioca dos anos 90, foi algo como a FLU-FM e o Circo Voador foi para a Geração anos 80 e a Rádio Eldo-Pop foi para a galera dos anos 70. Falando em Rádio, fui ouvinte do programa "Garage" apresentado por ele na Rádio Costa Verde FM em Itaguaí/RJ em meados dos anos 90. E não pense que as investidas no underground carioca pelo Fábio Costa tiveram inicio apenas na década de 1990, pois há quase 30 anos em 1983 ele promovia “Bailes de Metal” no Cascadura Tenis Clube. Contudo é ao Fábio Costa a quem agradeço as memórias que não me faltam do Garage, afinal foi graças a ele ao seu espaço que em agosto do ano de 1991 tive a satisfação de assistir ao lado dos amigos da banda Poindexter ao primeiro show da história do Garage, com as bandas Tubarões Voadores do Rio e os Gaúchos do DeFalla, com a primeira banda subindo ao palco por volta de 1:30 da madruga (comum ao lugar onde o rock por vezes persistia com o sol nascendo), antes dos shows, rolou vídeos do Anthrax, Suicidal Tendencies e Living Colour. Alias, mostra de vídeos foi à atividade inicial da casa. Foi no Garage que mesmo estando com febre assistir um show antológico do Korzus em 1991, lá presenciei o (meu) melhor show da Gangrena Gasosa em 1992 e vale lembrar que nesse mesmo ano talvez se não fosse a iniciativa do Fábio a quadra da Escola de Samba Grêmio Recreativo Estácio de Sá não seria palco de um show com os alemães do Kreator. Eu era assíduo frequentador (e “Satan Goss”) do Garage até o inicio de 1994, nos anos seguintes seguir com menos intensidade, mas nunca distante daquela casa velha, escura e as vezes estranha onde vi dezenas de bandas novas como Piu Piu e Sua Banda, Cabeça, Blockhead, S.H.U., Endoparasites... Onde assistir shows de bandas que marcaram épocas e se tornaram eternas como Dorsal Atlântica, BSB.h, Poindexter, Sacrofago, Sextrash, Deja-vu, Soutien Xiita, Headhunter, Dark Avenger, Sex Noise, Blaster... Outra característica daquele templo é que por vezes bandas de estilos diferentes dividiam o palco, sem panelas de estilos, era Metal, Punk, Alternativo... tudo junto e misturado, alí é como disse o Carlos Lopes da Dorsal Atlântica na primeira edição do livro Guerrilha: “A geração roqueira carioca dos anos 90 se fez lá”. Claro que o Fábio Costa não fez a história do Garage sozinho, mas foi a peça chave, um batalhador sim, mas que teve parceiros, amigos, bandas, publico..., cada um fez sua parte, alguns desistiram rápido, outros nem tanto. Seja como for, ele e foi o motivador para junto com um monte de gente fazer o “Faça Você Mesmo”, transformando o Garage num palco eterno e levando cultura à Rua Ceará, bem antes da “Vila Mimosa” e de toda a agitação que hoje acontece quase diariamente na região da Praça da Bandeira/RJ. 

 

Guto Jimenez, Skatista e Rock Press

Quem colocou o nome da Rua Ceará no mapa-múndi do rock'n'roll foi o Fabio Costa, que acreditou num sonho e o manteve até o fim. A partida dele nos deixa uma reflexão, a de batalharmos ao máximo por aquilo que desejamos sem nos importarmos com as dificuldades que irão aparecer no caminho. Uma perda irreparável pros amantes de sons que não se encontram em qualquer esquina. Todos os que já foram um dia no Garage devem fazer 10 minutos de esporro em homenagem ao cara, colocando o som no talo e imaginando o grande mosh que deve estar rolando naquele Grande Palco lá do céu! DESCANSE EM PAZ, FABIO "GARAGE".

 

Erich Monteiro

Não cheguei a CONHECER o Fábio, mas tive a oportunidade de cumprimentá-lo uma vez. Pra mim bastou, eu apertei a mão de um dos maiores empreendedores do RJ.

 

Ricardo Caulfield, Vilipêndio

O Fábio foi um dos motores do underground do Rio. Ele ajudou várias bandas iniciantes e apostou muito no metal, antes mesmo da internet e de espaços da mídia divulgarem o gênero. Sem o Fabio, a cena do Rio fica ainda mais carente de pessoas que invistam no rock porque realmente acreditam e se identificam com o movimento.

 

Simone Do Vale, Dash, Autoramas e diva do rock carioca

Nossa... eu não sabia, que tristeza!

 

Kadu Carlos

cara, toquei no garage com varias bandas. second come, dash, monstros do ula ula, vi banda a vera tocar lá. até os buzzcocks! lá era a minha casa, me sentia bem, chamava os amigos pra ir lá, era o lugar mais rocknroll que eu toquei. era underground, era sujo, equipo dava problemas, mas era o nosso lugar. fabio tinha um sonho e esse sonho todos nós participamos. vá de boa, fabio.vc deixou um legado que ninguem tira.

 

Reinaldo Leal

Frequentei e toquei no Garage diversas vezes nos anos 90 com a banda Unmasked Brains. Com a banda, participamos da gravação do LP "Garage Voices", um dos sonhos do Fábio: ter sua própria distribuidora underground. Participamos também de outro movimento que Fabio criou: a associação de bandas underground do Rio de Janeiro. Todas as quartas feiras, reuníamos, debatendo sobre como melhorar os shows das bandas em termos de produção, assuntos de cultura geral, e principalmente (e que o que ele realmente sempre quis), formamos um grupo de amigos! Foi praticamente um ano de quartas feiras, sem contar nos dias que aqueles que podiam apareciam por lá para dar uma força montando cartazes, fotocopiando e levando para as lojas para distribuição. O Fábio não era apenas um produtor underground. Ele era um agregador, queria reunir pessoas, criar vínculos! Participei muito daquela fase, e no seu retorno, fui a praticamente todos os shows, e ainda fiz um show que marcou também a volta da minha banda! Tenho certeza que todos os que, de alguma forma participaram disso tudo, têm esse espírito agregador e de vanguarda que ele tinha! Que sua energia prossiga entre os que aqui ficaram!

 

Tulio, DFC

R.I.P.

 

Gabriel Thomaz, Autoramas

Putz, nem acredito...fazia tempo q não via o Fabio...Sempre abriu as portas pra todas as bandas. Gente fina pra caramba e lendário já há muito tempo... valeu, fabio!

 

Löis Lancaster, Zumbi do Mato

Pô, tristíssima notícia. O Zumbi não seria nada sem o Garage, e o Garage era o Fábio. Além do que ele, como pessoa, valia ouro!

 

Bruno Levinson

Um dos caras mais generosos q conheci nesses anos todos neste nosso mercado!!


Marcello Nuñes

Ontem fizemos uma grande homenagem a ele no show do Planet Hemp, foi foda !!! Valeu, Fabio Gordooooo!!!!!!!!!!

 

Therencio Theddy-o Portella, DJ

Só guardo boas lembranças. Abriu a golpes de facão uma estrada pra quem hoje desfila de carro esporte. R.I.P.

 

Mauricio Garcia Mauk, Big Trep

Hoje  faleceu um batalhador do "underground" aqui do Rio, o Fabio Costa que com o Garage ajudou a criar a fama da Rua Cearattle e fez diversos shows agitando os shows e o cenário Rock de todos os generos da cidade na década de 90 e depois. Tive a oportundade de tocar ali com a A GRANDE TREPDA em alguns shows lembro de dois o de 15 anos do Cólera e com a banda Backyard Babies. Também já sem o Garage (espaço) mas sob a a marca toquei com a Bigtrep e com o Second Come no Teatro Odisséia . Que ele tenha o descanso merecido depois dessa dura batalha contra a doença que o acometeu.

 

Os Cabeloduro

Nossos sentimentos...

 

Wesley Snayps Ramone

Sem a menor duvida fábio deixou um legado que ficará marcado pra sempre na cena Rock do Rio, e um exemplo de Coragem e ousadia que falta para alguns produtores aqui na cidade! Bye bye cumpadi!

 

Marcelo Lima

É, nosso querido irmão já ñ está mais aqui. Só posso dizer q o Gordo ñ mantinha uma casa d shows e sim um clube d amizade! Mas falando do fundo do coração, eu achava q ele ñ iria passar qdo teve sua 1a grande crise d diabetes, perdeu a visão, parte do pé e ainda ficou sem o Garage Art Cult, a mulher e até mesmo a maior parte dos amigos ñ estavam por perto (cada qual por seu proprio motivo). Nessa época ele esteve internado no Salgado Filho e por vezes íamos (eu, Ronald Lima e Zé Felipe) visita-lo. Depois, ele voltou a morar em Padre Miguel e nas vezes em q eu e Ronald o visitamos, eu sofria muito em ve-lo num estado crescente de isolação e desanimo que o havia tomado. Seria muito mais triste se ele se fosse naquele momento! Mas vejamos q nos ultimos anos, o Gordo reativou a si e seus reais prazeres, q era mobilizar o tal underground carioca e cultivar amizades... dessa forma, é claro q lamento seu falecimento, mas acompanhando os ultimos meses aqui pelo FB eu vejo diariamente tantas declarações bacanas d apoio e amizade voltados ao cara, bandas querendo tocar c ele, gente q eu nem tinha mais contato e q agora volto a m sentir proximo, ainda q apenas no mundo virtual... puts, quero dizer q nosso irmão Fabio ainda tinha muito a viver, mas enfim podemos dizer q no final d sua trajetoria ele voltou a estar em contato com o q mais prezava, s foi mas em contato c o q mais queria e amava! Tenho visto muitos comentarios sobre a perda q o cara fará pro underground, bandas etc... mas eu apenas lamento a falta do amigo Fabio e tenho certeza q vc m entende e sente o mesmo.

 


 
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